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Mudança

Eu, como qualquer outro ser humano, tenho um pouco de “pé atrás” com mudanças.

Isso não quer dizer que elas não sejam bem-vindas. Pelo contrário, acredito que se nós ficassemos no mesmo lugar sempre, não conseguiriamos evoluir – sem mencionar que seria chato pra caramba…

Anyway.

Por mais de um ano estive ausente deste blog. E, durante este período, muita coisa aconteceu.

Boas, ruins, inesperadas, mais do que desejadas…

Essa introduçãozinha toda é para dizer que voltei, rs.

Iaaaaaaaaaaaahuuuuuuuuuuuuuuu :)

Certa vez me disseram que “a dor é inevitável. O sofrimento é opcional”.
Mas você já parou para pensar no que isso quer dizer?
Para mim, a dor, geralmente, traz consigo sentimentos dos quais tentamos fugir constantemente, seja na profissão, quanto em relacionamentos. Insegurança, tristeza, baixa auto-estima, decepções… ah!, poderia citar vários, mas somente quem passa por uma dor sabe o quanto, de fato, ela dói.
Parece redundante, mas não é.
Acredite: as dores podem ser classificados por estágios. Pode ser uma dor de pancada, uma dor de cabeça e a que todos, pelo menos uma vez na vida passam, a dor de amor.
Mas, quero dizer, o amor não se refere apenas no amor homem X mulher. Pelo contrário, ele transcende o espaço do relacionamento entre um casal e afeta pai, mãe, tio, avó, cachorro, papagaio, avestruz, enfim.

Todos nós estamos sujeitos à dores.
Mas você já parou para pensar no significado dessa dor? 

Novamante, cito estágios como ponto de referência para mim.
Estágio um: você é pequeno, uma criança. Cai de bicicleta. Dói. Você chora, esperneia e faz bico. Sabe que pode ficar uma cicatriz ou não. Mas você esquece, deixa passar e logo está pronto pra outra.
Estágio dois: você é adolescente. Tudo gira ao seu redor. Você acredita que ama alguém. Se esse alguém não o ama, seu mundo desaba. Você perde o rumo e acredita que perdeu o amor da sua vida. Bobagem!. Ele foi só o início de uma longa jornada…
Estágio três: você virou uma pessoa adulta. Isso não quer dizer necessariamente que você é madura. Supondo que seja, você pode ou não aceitar as coisas como elas são e, caso não aceite, muda de atitude. E era exatamente nessa palavra que eu queria chegar: atitude.

a.ti.tu.de
sf (fr attitude) 1 Modo de ter o corpo; postura. 2 Norma de proceder ou ponto de vista, em certas conjunturas. 3 Propósito ou significação de um propósito. 4 Psicol Tendência a responder, de forma positiva ou negativa, a pessoas, objetos ou situações. 5 Sociol Tendência de agir de uma maneira coerente com referência a certo objeto. 6 Astronáut Posição de um foguete, míssil ou satélite artificial, determinada pela inclinação do seu eixo em relação a algum ponto de referência. 7 Bel-art Posição que os pintores e escultores dão às suas figuras. A. de vôo, Aeron: inclinação dos três eixos principais de um avião em direção do vento relativo. Tomar uma atitude: decidir-se por um ou outro parecer ou procedimento e agir de acordo.

A atitude determina se você quer que esta dor seja um sofrimento.
Ou se essa dor trará novas perspectivas e aprendizados.

De qualquer forma, posso afirmar: toda dor traz novo começo!

 

 

 

Era uma noite como outra qualquer…

Mas, logo que amanheceu, ela sabia que o dia seria especial.

 

Apesar do tempo cinzento e frio, a chuva veio e trouxe novas perspectivas.

 

A menina fez o que devia fazer;

Falou o que devia ser dito e esperou.

 

Enquanto sentava na escada, pensando nos rumos que poderia tomar, chovia.

Parada – perplexa com a quantidade de água que caía – viu, entre tantas pessoas, um casal e seu cachorro.

 

Eles se aproximaram.

E sentaram perto dela, encharcados.

 

Não demorou para que a menina encarasse o cão, também ensopado.

Ficou explícito que ela gostava de animais, inclusive daquele vira-lata descabelado.

 

A mulher, então, puxou papo. “Olha Dig, moça gostou de você!”, disse num tom de voz simpático. A menina, já corada, respondeu com um singelo sorriso.

 

Ela subiu os degraus, aproximando-se cada vez mais. Contava histórias sobre seu “fiel companheiro” – enquanto ele a acompanhava na subida.

A menina e a mulher ficaram frente a frente.

 

“Ontem eu estava na Praça da Sé. Os policiais chegaram e começaram a expulsar todo mundo que estava lá. Eu avisei para eles não se aproximassem do Dig, senão…”, dizia de forma enfática.

 

Permaneceram ali durante vários minutos, compartilhando suas experiências e seus sentimentos mútuos: o amor e o respeito pelos animais.

 

A menina percebeu ali, naquele momento, que o amor transcende qualquer barreira.  

Ao contrário das pessoas que estavam ao redor, ela não teve medo ou desconfiança. Simplesmente se deixou levar. Deu a única coisa que a mulher pediu: uma conversa. 

 

Realidades tão paradoxais que, naquele instante, se fundiram. Tornaram-se amigas, mesmo que por pouco tempo, num único dia.

 

Por fim, ela se despediu e desejou “tudo de bom e um feliz natal”.

Seguiu em frente. Sem rumo, sem dinheiro e sem comida.

Apenas ela, seu marido e seu fiel companheiro, o Dig.

um brinde

não há como negar.
você e eu;
nós pertencemos a nós mesmos.
pertencemos às nossas loucuras, às 
nossas risadas, aos nossos beijos;
aos nossos afagos e abraços, às nossas brigas e ao nosso silêncio…

silêncio que se perde dentro de nós;
dentro de mim.

para sempre ou por alguns segundos.
à noite; de dia.
nada importa.
apenas esteja comigo.

minha metade? não.
metades não passam de metades.
você é inteiro.
de corpo, alma e coração.

do sorriso à lágrima.
do amor à raiva.

as roupas, as músicas, os cheiros.
os lugares, as comidas e os desejos.
tudo me lembra você.

te amo além das coisas que podem existir.

meu amigo, meu irmão.
meu companheiro,namorado, parceiro.
mas isso se torna nada perto do que 
realmente somos.
cúmplices do nosso próprio amor.

e como você mesmo já disse: faço um brinde 
a nós.
um brinde a sua felicidade.
… e a minha paz.

 

MADA

Resolvi encarar os fatos.

Assumo;

Não nego.

Afirmo: sou tua.

Você deu todas as oportunidades. E não é exagero te transformar em uma chave, pois é você quem me abre as portas; me lança no horizonte e me socorre quando preciso.

Em você ponho meu peso, repouso meus dedos, retiro máscaras, falo com os olhos, sinto com a boca, suspiro. Faço o que puder por você. Tenho respeito. Descubro meu livre-arbítrio; em você tenho minhas próprias escolhas.

Me arrisco, me arranho e me marco em você. Em você peço abrigo, ofereço meu colo…

É teu, pra sempre teu. O que você quiser chamar.

Isso é notícia

Logo no primeiro semestre da faculdade de jornalismo aprendemos como “identificar” uma notícia. Afinal, nem tudo o que está por aí é, de fato, notícia. O exemplo o professor deu foi simples.

Todos os dias, cachorros mordem uma pessoa. Normal, não é mesmo? Agora, quando uma pessoa morde um cachorro, ahhh… isso sim é! Por quê? Além do fato ser bizarro, não acontece todos os dias.

 

O exemplo finalmente tornou-se verdade.

http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI2726637-EI1141,00.html

 

Uma pesquisa alemã, realizada na Universidade de Leipzig, comprovou que o endereço de e-mail escolhido por um internauta pode revelar traços de sua personalidade.

Na época, 100 estudantes analisaram as personalidades de 600 adolescentes através de seus endereços de e-mail. A maioria das opiniões foi relativamente igual quando se tratava de traços de personalidade como narcisismo, neurose, receptividade e consciência.

Os endereços que mais revelaram a personalidade de seus usuários, normalmente, possuíam pontos, números ou ainda nomes que eram claramente falsos.

É, faz sentido.

Eu, por exemplo, quando criei meu primeiro e-mail levei em conta fatores ao meu redor como a boyband estourada no momento (Backstreet Boys), um dos meus apelidos e algum número que por algum motivo fez sentido para mim na época.

(lalita_bsb_10), triste não? Não preciso falar que a minha personalidade… quer dizer, não tinha personalidade.

O meu segundo e-mail já fazia um pouco mais de sentido (aloha_surf_ten). Afinal, estava na minha fase ‘garota surfistinha’, escutando muuuito reggae. O número dez era porque já existia um e-mail semelhante ao meu, desse modo ou você muda ou coloca o número. Resisti e adicionei o ‘ten’.

O meu terceiro e-mail – nesse momento você deve estar pensando: “mas por que essa menina não pára de mudar de e-mail? -, pois é. Nem Freud explica! Voltando… criei meu terceiro e-mail com o sobrenome do meu namorado. Lindo, não? Sabe como é… ah!

Por último, finalmente ‘me encontrei’ e ‘me assumi’, por assim dizer.

Sou Laís Varella, simples assim.

 

Há quase uma década, surgiu o primeiro programa de compartilhamento de arquivos de música, conhecido como Napster. Desde então, a Internet tornou-se o veículo mais vantajoso para divulgar e compartilhar músicas. Tirando proveito disso, bandas independentes hospedam suas músicas em sites especializados em downloads.

Grande parte dessas bandas consegue reunir um grande número de fãs (através de comunidades no orkut, fotologs, blogs, sites especializados em música e gravadoras virtuais) e, por vezes, alcançam visibilidade no mercado fonográfico.

O objetivo da matéria é mostrar como as bandas utilizam a Internet como principal meio de divulgação de seus trabalhos.

 

Enjoy it!

http://mais.uol.com.br/view/9p4y0ig452qu/bandas-preferem-internet-para-divulgao-do-trabalho-040270C48963C6

 

Pauta/Produção: Laís Varella / Edição: Milena Miotto e Márcio Komesu / Repórter: Naíma Popp / Imagens: Edson Harada e Thiago Nascimento

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